Roteiro do Vinho

São Roque (SP) possui o epíteto de “Terra do Vinho” desde a década de 1950, por conta de sua forte ligação com a vitivinicultura, iniciada em sua fundação no século XVII. Desde 1998 a cidade possui o Roteiro do Vinho que trabalha com o desenvolvimento do enoturismo aliado ao turismo gastronômico. O Roteiro do Vinho é uma oportunidade de vivenciar essa história e toda a tradição de perto, através das adegas, vinícolas, restaurantes, hotéis, pousadas e centros de lazer e entretenimento, em meio à natureza abundante da mata atlântica preservada. http://www.roteirodovinho.com.br


Ski Park

O parque foi inaugurado em 1998 e está em uma das belas montanhas da cidade a 1.200m acima do nível do mar, sendo que a parte dos 320mil/m² é de mata atlântica nativa. O Ski oferece aos visitantes a oportunidade de desfrutar dos prazeres deste paraíso ecológico, além da linda vista panorâmica de São Roque. http://www.skipark.com.br


Centro Cultural Brasital

A Brasital é um dos patrimônios mais importantes de São Roque porque influenciou a cultura e a economia do município. Construída em 1890 pelo industrial italiano Enrico Dell´Acqua, para abrigar uma das primeiras industrias têxteis do Brasil, o local é um dos prédios históricos mais importantes da região.

Atualmente, o prédio principal da administração abriga os departamentos de Educação e a divisão de Cultura da prefeitura. O departamento de Desenvolvimento Econômico, o Banco do Povo, o Posto de Atendimento do Sebrae e a divisão de Turismo também funcionam no local, situados na portaria da rua Rui Barbosa.


Expo São-Roque

A Expo São Roque é um evento que une diversão, gastronomia, compras, shows e diversas manifestações artísticas. É realizada, todos os anos, no Recanto da Cascata, uma grande área verde de mata preservada com toda a infraestrutura para receber seus visitantes. O grande foco da Expo é divulgar o potencial turístico da cidade bem como os Vinhos e a Gastronomia à base de alcachofra.


Morro do Saboó

O Saboó é um acidente geográfico com cerca de 1000m de altitude e encontra-se a cerca de 10 km do centro da cidade e atrai alpinistas de todos os lugares. É uma propriedade privada, mas aberta ao turismo desde que seja garantida a preservação ecológica do local. Saboó, em tupi guarani significa Morro Pelado, devido à sua vegetação rasteira, isso porque ele é uma elevação de quartzo que traz dificuldade para o crescimento de arvores de porte. Existem muitas histórias e lendas a cerca do Morro do Saboó, entre elas, a mais famosa, de que ele é um dragão adormecido, em razão das formas do morro. Em 2013, moradores da região registraram a erupção do Morro do Saboó e com isso, depois de pesquisas, geólogos descobriram que havia no local um vulcão pré-histórico em posição horizontal, em vez de vertical, e estava adormecido na cadeia montanhosa e foi qualificado como um caso geológico único no mundo. De acordo com os estudiosos o vulcão fóssil esteve ativo ali há 288 milhões de anos e a explicação para estar na horizontal, ao invés da vertical, é que o vulcão desabou com o choque das placas tectônicas.


Igreja da Matriz

A Igreja Matriz de São Roque foi construída no século XVII pelo povoado de Pedro Vaz. Após ampla reforma, em 1837, o novo prédio foi concluído e a construção foi feita com taipas socadas por braço escravo. Em 1872 foi feita a reforma geral da pintura e do relógio da torre. Desta ocasião em diante a igreja passou a ter a sua fachada nas linhas arquitetônicas do estilo colonial barroco, belo em suas linhas singelas e harmoniosas, foi assim que os são-roquenses conheceram a igreja até o ano de 1937, a chamada “Matriz Velha”. Depois iniciou-se uma nova construção da Matriz, mesmo não possuindo um estilo sacro definido, consagra-se em uma das mais belas igrejas do estado, graças ao seu interior magistralmente pintado e decorado pelo talento dos irmãos Gentili. As paredes, bem como os vitrais, retratam a vida e morte do Padroeiro, São Roque.


Sítio Santo Antônio

O valor histórico da Casa Grande e Capela de Santo Antonio pode ser atribuído a vários fatores. Desde a data de construção, em 1681, até a importância de seus ilustres proprietários: Fernão Paes de Barros, Barão de Piratininga e o escritor modernista Mário de Andrade, este último adquiriu e doou os imóveis ao Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1947. Ao doar o imóvel, o escritor fez uma exigência: ser o zelador deste patrimônio enquanto estivesse vivo. Sua intenção era tornar a Casa Grande um local de repouso para os artistas brasileiros. O conjunto arquitetônico formado pela Casa Grande e Capela de Santo Antônio estão inseridos numa paisagem concebida para valorizá-lo. A grama, a água e a mata ao redor das duas construções tornam a visita ao local muito mais agradável.